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Sucos, água de coco ou bebidas gaseificadas não substituem a água pura

Especialista recomenda a ingestão de, aproximadamente, oito copos de água por dia e alertou que, muito mais que uma questão de sede, deve-se obedecer aos sinais do corpo
Por: Texto de Neide Brandão
 Foto: Carla Cleto e Ascom HGE 

Manter uma boa hidratação corporal é fundamental para manter a saúde. Ivete Oliveira, nutricionista do Hospital Geral do Estado (HGE), destacou que a água está envolvida em numerosas reações bioquímicas necessárias ao bom funcionamento do organismo, como, por exemplo, a regulação térmica, a excreção renal e a absorção de nutrientes.

“A água in natura é um componente essencial em todos os tecidos do corpo, constitui quase 70% do organismo humano e, praticamente, está envolvida em todas as funções necessárias à vida. Sabe-se que, depois do oxigênio, é da água que mais o organismo sentirá falta. Daí a importância de se manter uma boa hidratação corporal”, explicou a nutricionista.

Segundo ela, sucos, água de coco, refrigerantes ou bebidas gaseificadas não substituem a água pura. “Algumas pessoas não gostam de beber água, preferem outros líquidos, mas estão errando feio. Nada substitui a água. Importante na hidratação, ela é essencial à vida, auxilia no processo de desintoxicação, ajuda a eliminar toxinas através do suor e urina. Quer manter seu corpo saudável? Não se esqueça da água na sua rotina diária”, alertou Ivete Oliveira.

E, de acordo com a especialista, a média de ingestão é de 250 ml a cada 10 quilos da pessoa. “É só multiplicar sua altura por 250. Por exemplo, alguém com 60 quilos deve ingerir em torno de 1,5 litros de água. Para facilitar, claro, indicamos beber oito copos de 250 ml de água, diariamente, o que equivale a dois litros por dia”, explicou.

A nutricionista lembrou que água, assim como todos os líquidos, não deve ser ingerida durante as refeições. “O correto é beber líquidos meia hora antes das refeições e duas horas após. Nunca junto com o alimento, porque prolonga a digestão, não fazendo bem para o organismo e distendendo o abdômen. Quer ficar com uma barriguinha sarada? Retire os líquidos das refeições”, advertiu.

Ivete Oliveira também alertou que, muito mais que uma questão de sede, deve-se obedecer aos sinais do corpo para ingestão do líquido. “Prestar atenção no nosso corpo nos permitirá regular nossa hidratação a tempo. Se nos sentimos cansados mesmo em repouso, os músculos ficam pesados ou sofremos cãibras, devemos considerar a possibilidade de que esteja nos faltando água. A prisão de ventre é outro sintoma. O habitual em adultos com uma dieta ocidental é a evacuação intestinal pelo menos três vezes por semana. Uma frequência inferior indicaria prisão de ventre, é hora de aumentar o número diário de copos d’água”, comentou.

Ela também citou a elasticidade da pele como um sinal de alerta. “Não importa quanto creme hidratante passemos, a pele continua sendo um marcador silencioso da desidratação. Para comprovar a turgidez cutânea podemos nos beliscar na testa, entre as sobrancelhas, ou no dorso da mão, entre o polegar e o dedo indicador. A pele retornará lentamente ao seu estado habitual, ou ficará beliscada se apresentarmos certo grau de desidratação”, ensinou a nutricionista.

Inapetência, pequenas perdas de memória, o estado de ânimo e as habilidades visuais alterados, assim como infecções urinárias e pedras nos rins também revelam ausência de água. “Uma dica básica e muito simples é andar sempre com uma garrafinha a tira colo. No trabalho, na atividade física, em qualquer ambiente. Isso facilita não esquecer a importância do líquido para a saúde como um todo”, sugeriu.






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