Anterior

Prefeito de Santana visita obras de reconstrução da Escola Francisca Angélica de Assis

18/10/2019

Anterior

Próxima

CRB bate o Criciúma e permanece próximo ao G-4 da Série B

19/10/2019

Próxima
18/10/2019 - 16:33
Renan Filho cobra agilidade do governo federal para identificar causa de vazamento de óleo

Governador defendeu punição severa aos responsáveis e ressaltou que o Estado está cumprindo sua parte, que é retirar os resíduos e minimizar danos
Por: Texto de Severino Carvalho
 Foto: Thiago Sampaio 

O governador Renan Filho defendeu, nesta quinta-feira (17), que o governo federal utilize todos os meios para identificar as causas e os responsáveis pelas manchas de petróleo cru que atingiram mais de 178 localidades em 72 municípios espalhados ao longo de toda a costa nordestina.

“Eu defendi junto ao governo federal a utilização de todas as suas ferramentas: as Forças Armadas, a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência), a Polícia Federal, as universidades e o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) para identificar o que está causando isso. Aquele que deu causa a esse vazamento tem de ser identificado e radicalmente punido. Esse é um trabalho do Governo Federal. Nós aqui vamos fazer a nossa parte que é limpar as praias e minimizar os impactos” declarou Renan Filho.

Thiago Sampaio

No final da manhã, ele partiu do Palácio República dos Palmares para fazer um sobrevoo de helicóptero no Litoral Norte de Alagoas. O governador visitou os municípios de Japaratinga e Maragogi, onde inspecionou as praias que foram atingidas pelo óleo.

Renan Filho ressaltou que o governo está 100% mobilizado nas ações de limpeza das praias alagoanas, trabalho que teve início no Litoral Sul e que agora se concentra no Norte do Estado. Ele revelou que já foram recolhidas 150 toneladas do material poluente, levado para a Central de Tratamento de Resíduos (CTR) do Pilar para a destinação adequada.

Thiago Sampaio

O governador disse ainda, ao chegar em Japaratinga, que não vê necessidade de decretação de estado de emergência porque o caso de Alagoas não é tão grave quanto o de Sergipe e Bahia, e que, por isso, só tomará essa decisão em caso de necessidade extrema, após checar com cuidado todas as informações para não superestimar os danos. “É importante identificar de onde vem, mas, neste momento, não acho conveniente decretar emergência quando a maior parte do litoral não tem sinal de óleo. Vivemos em um ambiente de fake news e as pessoas acham que as praias estão 100% com óleo”, disse.

Renan Filho ressaltou que o governo criou um Grupo Técnico de Acompanhamento (GTA) junto com órgãos da União, instituído na última segunda-feira (14), com o objetivo de planejar e atuar nos locais afetados. Foi disponibilizado, ainda, apoio financeiro e logístico aos municípios atingidos.

Thiago Sampaio

“Cerca de 150 fuzileiros navais vão se somar ao efetivo da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros, das prefeituras municipais e aos voluntários para fortalecer os trabalhos”.

 






Link:




Deixe seu comentário



Newsletter
Cadastre seu email e receba nossos informativos e promoções de nossos parceiros.