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19/11/2019 - 11:38
Pacote Anticrime: é possível fortalecer a polícia sem fragilizar os direitos humanos?
Por: Agência Senado
 Foto: Agência Senado 

De um lado, policiais mal treinados, mal equipados e mal pagos, submetidos à rotina de uma das mais perigosas profissões do planeta. Do outro, a criminalidade bem armada e abastecida pelo dinheiro do tráfico, florescendo nas grandes cidades carentes de tudo.  No meio do fogo cruzado, comunidades pobres, obrigadas a viver num cenário de guerra.

Poderá o Pacote Anticrime, lançado pelo governo, enfrentar esses becos sem saída e abrir novos caminhos para a paz? É possível fortalecer as polícias e combater o crime, sem tirar das comunidades o direito a uma vida tranquila?

Entrevistamos um senador especialista em segurança pública e outro em direitos humanos. Ouvimos o relator de uma das propostas do governo, que também é um profissional da área. Recuperamos histórias de famílias desassistidas que perderam parentes inocentes, muitos deles muito jovens. Coletamos dados e conversamos com estudiosos.

Aqui vão os relatos das trincheiras.


  • Ágatha e Marcos Vinícius: símbolos de uma guerra sem fim
  • Que papel o Congresso joga nessa questão?
  • Outros retratos da violência urbana
  • Crianças de comunidades pobres do Rio convivem com o medo
  • Capitão da PM e senador analisa a atuação policial
  • Presidente da Comissão de Direitos Humanos exige cuidado
  • Ministério Público do RJ cobra diminuição da letalidade policial
  • O que diz o Fórum Brasileiro de Segurança Pública
  • Veja o manual de proteção à pessoa elaborado por um coronel da PM

Ágatha e Marcos Vinícius: símbolos de uma guerra sem fim

A morte de Ágatha Vitoria Sales, 8 anos, baleada no dia 20 de setembro durante um passeio com a mãe, na Zona Norte do Rio, tem a marca das tragédias recorrentes. Antes dela, outras crianças e adolescentes haviam se tornado vítimas do quadro histórico de insegurança pública na cidade, especialmente lesivo a uma série de grupos vulneráveis, como os idosos e os moradores de favelas. Estes reclamam não só dos criminosos, mas de ações da polícia consideradas intempestivas e arriscadas. A suspeita é que o disparo que matou Ágatha partiu de policiais militares em perseguição a traficantes.

Clique aqui e continue lendo a matéria conpleta na Agência Senado






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